Poeta, ensaísta, crítico de arte, dramaturgo, biógrafo, tradutor e memorialista. O Brasil perdeu muitos em um, ontem de manhã, com a morte de Ferreira Gullar, aos 86 anos. O escrito estava internado há 20 dias no Hospital Copa D'Or, na Zona Sul do Rio, por complicações pulmonares. Ferreira Gullar ocupava desde de 2014, a cadeira de número 37 como imortal.
O jornalista Zuenir Ventura esteve com o escritor e sua família no hospital nos últimos dias. Ele conta que o poeta estava consciente da gravidade de seu estado de saúde e, numa decisão lúcida e corajosa não quis prolongar a sua vida por meios de aparelhos.
Quarto dos 11 filhos do casal Newton Ferreira e Alzira Ribamar Goulart, ele nasceu José Ribamar Ferreira no dia 10 de setembro de 1930, em São Luiz no Maranhão. Uns dos fundadores do neo concretismo, participou dos acontecimentos mais importantes da poesia brasileira. Com Fagner, fez a versão em português de "Borbujas de amor", canção de Juan Luiz Guerra. Sua poesia sempre foi divina em sua maneira de escrever , nos deixou e foi ser poeta no céu.
Fonte (JORNAL EXTRA)
Imagem ( Retirada da internet)
Jornalista em formação: Cristiane de Oliveira


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