No último
final de semana a prisão de Qilinto, situada nos arredores de Adis-Abeba foi atingida
por um incêndio; pelo menos 23 pessoas acabaram morrendo em decorrência do
fato.
Na prisão estavam
alguns ativistas políticos, líderes da oposição e jornalistas, segundo a estatal
Fana Broadcasting Corporation, no sábado houve uma tentativa de fuga de alguns
presos que lá estavam logo à segurança do presídio conteve o ocorrido através
de tiros contra os fugitivos.
Foto: Reprodução
O governo
acusa os próprios presidiários de colocarem fogo na penitenciária, visando o
sucesso de seu plano de fuga. No total de 21 pessoas foram mortas por asfixia
ou por queimaduras de terceiro grau e os dois outros foram de tiros disparados
pelos guardas.
As forças de
segurança da Etiópia causaram a morte de mais de 500 pessoas desde novembro, a
maioria dos mortos eram manifestantes contra o governo, e detiveram milhares
manifestantes durante a onda de protestos registrados na maior região da
Etiópia, Oromia.
Este não é o
primeiro caso de protestos contra o governo, houve alguns similares em 2014.

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